A Nutrição no contexto do TEA vai além da contagem de nutrientes. O nutricionista especializado entende a seletividade alimentar como parte do perfil sensorial da criança, avalia deficiências nutricionais frequentes no espectro (vitamina D, ômega-3, ferro, zinco, B12) e desenvolve estratégias alimentares que respeitam as particularidades sensoriais enquanto ampliam o repertório de forma gradual e respeitosa.
Crianças com TEA têm taxas de seletividade alimentar 5× maiores que crianças neurotípicas. Uma nutrição inadequada impacta o sono, o comportamento, a atenção e o aprendizado. A intervenção nutricional melhora o aporte de micronutrientes essenciais para o funcionamento cerebral, apoia a saúde intestinal (eixo intestino-cérebro) e colabora com o programa de terapia alimentar quando necessário.
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