A Fonoaudiologia de Cabine realiza avaliações audiológicas em ambiente controlado acusticamente. No TEA, a avaliação da audição é mandatória — crianças não verbais ou com atraso de linguagem precisam ter a audição confirmada como preservada antes de qualquer intervenção. Além disso, hiper ou hipossensibilidade auditiva é comum no espectro e impacta o comportamento e a aprendizagem.
A audiometria tonal detecta perdas auditivas que podem ser confundidas com características do TEA. A logoaudiometria avalia a percepção da fala. Para crianças com dificuldade de colaboração, utilizamos técnicas comportamentais adaptadas (VRA — Visual Reinforcement Audiometry, CPA — Conditioned Play Audiometry) que permitem testar mesmo crianças com pouca cooperação.
Revisão clínica: Larissa Neves Ferreira · Psicóloga — CRP 05/68069 · atualizado em 24 de julho de 2026.
Conteúdo informativo — não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento por profissional habilitado.
A Fonoaudiologia de Cabine realiza avaliações audiológicas em ambiente controlado acusticamente. No TEA, a avaliação da audição é mandatória — crianças não verbais ou com atraso de linguagem precisam ter a audição confirmada como preservada antes de qualquer intervenção. Além disso, hiper ou hipossensibilidade auditiva é comum no espectro e impacta o comportamento e a aprendizagem.
Audiometria tonal limiar (via aérea e óssea) em cabine acústica Logoaudiometria (LRF e IRF) para avaliação da percepção da fala Imitanciometria (timpanometria + reflexos acústicos) Técnicas adaptadas para crianças com TEA pouco colaborativas